Estratégia 5x2: mobilize 5 pessoas indecisas e leve 2 eleitores acima de 70 anos para votar. Esse site é uma iniciativa independente para mobilizarmos as pessoas a votarem no Lula. Aqui é um hub participativo com dados, reportagens e argumentos organizados por perfil de eleitor — inclusive para quem não gosta do PT — para conversar com quem ainda não decidiu o voto, com fonte para cada afirmação.
Um voto decidido, sozinho, é um voto. Mas se cada pessoa decidida conversar com até 5 pessoas indecisas, o efeito se multiplica rápido. Use o campo abaixo pra treinar os argumentos: anote o argumento que ela te der e o site sugere uma resposta com fonte. Mas sempre se lembre das dicas gerais: valide a opinião da pessoa, converse com respeito e tente pensar o que é mais estratégico, virar o voto dela ou que ela vote nulo caso queira votar no Flávio.
Podem ser parentes, amigos, colegas de trabalho ou vizinhos — quem você sabe que ainda não decidiu o voto ou que possa virar de um voto para o Flávio para nulo.
Depois de conversar, escreva no campo o que ela te disse para não votar no Lula. É uma anotação sua, não um formulário. Use o espaço para se organizar em uma segunda conversa para ir construindo a relação de confiança.
O site cruza o que você escreveu com a biblioteca de argumentos e sugere uma resposta com fonte.
O Brasil possui 158,8 milhões de eleitores aptos a votar, destes, 9,1% têm partir de 70 anos de idade, e portanto, voto facultativo (TSE, ago/2026). Em 2022, no primeiro turno, 41,1% deles (cerca de 6 milhões) não compareceram para votar. A eleição passada foi decidida por 2,1 milhões de votos.
Voto ainda obrigatório.
Voto vira facultativo e o comparecimento despenca — é a mesma pessoa, poucos anos depois, com a mesma opinião política.
Entre 60+, Lula tem melhor desempenho em comapração com as outras faixas de idade e têm 10% desse eleitorado indeciso. (Quaest, set/2026)
Pense em parentes, vizinhas e conhecidas — mulheres de 70+ que moram sozinhas faltam mais e votariam em Lula, mas têm menos gente por perto para ajudar.
Uma ligação de verdade funciona muito mais do que um texto para essa faixa etária.
Uma avó pode se interessar em votar não pelo próprio benefício, mas pelo do neto ou da neta — o Pé-de-Meia, por exemplo, ajuda quem estuda. Pergunte quem na família dela é afetado pelos programas.
Carona, app ou transporte público — combine com antecedência, na véspera, não na hora.
Menos fila, menos sol forte, mais tempo se precisar resolver algo no local. Caso não acompanhe, ligue para saber se ela vai votar e se prcisa de ajuda. Comprometa-se com no mínimo duas pessoas nessa faixa.
Espaço pessoal pra organizar quem você vai procurar — salvo só neste navegador.
Cada eleitor indeciso se importa com coisas diferentes. Escolha o perfil mais parecido com a pessoa que você vai conversar. Cada aba traz os pontos, a fonte e uma sugestão de como abrir a conversa.
Dado certo, na hora errada, fecha a conversa. Estas técnicas de comunicação vêm antes de qualquer argumento.
Pergunte o que preocupa a pessoa antes de despejar dado. Ela ouve mais quando sente que foi ouvida primeiro.
"Entendo que isso te incomoda" não é concordar com a informação errada — é reconhecer o que está por trás dela.
Troque "eu acho" por um link. Um dado do IBGE ou uma reportagem pesa mais do que discussão de rede social.
"Mas" descarta o que a pessoa disse. "E" continua a conversa a partir do ponto dela.
Escolha o argumento mais forte para aquele perfil (veja as abas acima) em vez de despejar tudo de uma vez.
"Dá uma olhada e me conta o que achou" funciona muito melhor do que "você tem que votar assim".
Se a pessoa não vai votar em Lula de jeito nenhum, tirar o voto dela do adversário — para nulo, branco ou outro candidato — já reduz a distância no 1º turno. Se ela estiver muito decidida no Flávio especificamente, veja a aba "Muito decidido no Flávio" em Argumentos, com pontos pra mirar só nele.
Com quem já te ama ou confia em você, vale dizer "faço isso porque me importo, escuta nem que seja por mim". Funciona com família e amigos próximos. Não force esse tom com colega de trabalho, vizinho distante, motorista de app ou prestador de serviço — aí a relação não sustenta esse pedido, e pode soar estranho ou manipulador.
O jeito de começar muda com o lugar. Aqui vão sugestões para as situações mais comuns.
Tempo curto, relação de serviço. Puxe de algo neutro no rádio ou no trânsito: "Nossa, só se fala de eleição, né? Já decidiu como vai votar?" Se a pessoa não topar o assunto, deixe pra lá — não é hora nem lugar de insistir.
Escolha um momento calmo, de preferência sozinho com a pessoa, não no meio do almoço em grupo. Puxe por algo que ela já comentou antes: "Fiquei pensando no que você falou outro dia, posso te mostrar uma coisa que achei?" Com idosos, aproveite para já combinar o plano de voto (seção Dia da Eleição).
Assunto delicado entre colegas — evite grupo de trabalho e discussão na frente de todo mundo. Prefira uma conversa de corredor ou intervalo, tom leve: "Vi uma notícia hoje sobre desemprego, você tá acompanhando a eleição?" Sem pressionar quem não quiser continuar.
Corredor, elevador ou portaria — não o grupo de WhatsApp do prédio, que vira briga pública rápido. Teste o terreno sem assumir nada: "Você já decidiu seu voto esse ano? Tá osso escolher, né?" Se puxar pro lado do Flávio ou do Bolsonaro, não entre discutindo — valide a preocupação dela e puxe pelas abas Anti-PT ou Democracia e Soberania acima. Com vizinho idoso, prefira o gancho prático: "Já sabe como vai votar dia 4? Se precisar de carona, me chama."
Na fila do caixa ou com quem te atende, o gancho mais natural é o preço: "Nossa, esse item baixou/subiu, né? Você tem notado diferença na sua conta desse ano pra cá?" Curto, sem forçar, só abrindo espaço.
Eletricista, cabeleireiro(a), manicure, entregador — geralmente há mais tempo do que no Uber. Pergunte primeiro sobre o trabalho da pessoa, com respeito, antes de puxar política: "A isenção do Imposto de Renda ajudou você esse ano?"
Nunca durante a celebração — só em momento de confraternização, individualmente. Evite transformar o espaço religioso em palco político; puxe pelo que importa pra ela: "Tenho visto muita gente comentando a eleição, o que mais pesa pra você na hora de decidir?"
Escolha o lugar — e, se quiser refinar, o perfil da pessoa também. O site cruza os dois e sugere um tema pra puxar a conversa e as dicas certas.
Escolha ao menos o lugar para ver a sugestão.
Todos os indicadores lado a lado, por área, para consulta rápida. Use isso quando alguém pedir número específico. Fonte: Guia de bolso do PT.
Dados oficiais, reportagens, apuração de escândalos em curso e sites de checagem de fatos independentes. Sempre prefira mandar o link original, não um print.
É um inquérito em andamento, não uma condenação — trate como tal.